20/07/2011

Guia prático para quem quer fazer universidade no exterior

Com a disputa crescendo cada vez mais no mercado de trabalho, cada pessoa busca uma maneira de se destacar profissionalmente, e para isso algumas pessoas buscam fora do país essa chance. Alguns estudam diversos idiomas, outros preferem fazer trabalhos voluntários e há ainda quem não dispense um bom curso especializado. Mas o que muitos procuram são os cursos de graduação em universidade no exterior, ainda que isso pareça estar um pouco fora da realidade, nada ainda é impossível.
Segundo a classificação 2010-2011 da revista “Times Higher Education”, que todo ano seleciona as 200 melhores faculdades do mundo, os melhores cursos estão nos
Estados Unidos (com 71 classificadas) e Reino Unido (28 universidades). Mas países como Alemanha (14), Holanda (10) e Canadá
(9) também não deixam a desejar. Desta forma, a busca por instituições mais respeitadas é um caminho natural para quem deseja fazer um curso fora do Brasil.
Para quem busca os Estados Unidos, é necessário, além de enviar documentos, comprovação de renda, boletins e histórico escolar, prestar o SAT, exame nacional que analisa as capacidades intelectuais do candidato, mas nada muito complexo. “O SAT envolve só matemática e lógica. É um nível mais tranquilo do que o ensinado no Brasil durante o Ensino Médio”, garante
Bruno Seixas
, gerente de Higher Education da STB.


A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, é a primeira colocada em lista das melhores instituições de ensino.
Para os que se animaram com a idéia de estudar fora, confira abaixo um guia prático com as principais dúvidas de quem deseja estudar fora.

Como funciona: O processo de seleção varia de acordo com a instituição escolhida, mas, em geral, é necessário traduzir uma série de documentos, levantar o histórico escolar e conseguir cartas de recomendação de alguns professores. Nos Estados Unidos, é necessário, além disso, prestar o SAT, exame que avalia a capacidade matemática, lógica e de compreensão de textos do candidato.
Idioma: Tendo em vista que o candidato terá aulas na língua nativa do local escolhido, proficiência no idioma é essencial para ser admitido. Exames que comprovem a capacidade de comunicação do aluno são exigidos. Algumas instituições, no entanto, oferecem a opção para que o aluno vá alguns meses antes de as aulas começarem para aperfeiçoar o idioma no próprio campus.
O que as universidades buscam: Bom histórico escolar e atividades extracurriculares são sempre essenciais para aumentar as chances de ingresso em uma boa universidade. Faculdades mais rigorosas, como Harvard ou Yale, exigem médias acima de 90%, mas, em geral, notas acima de 60%, 70% já garantem lista considerável de opções tanto nos Estados Unidos como nos países da União Europeia. Na França, aquele que tiver sido aprovado em um bom vestibular da mesma área por aqui tem ingresso quase garantido.
Quanto custa: Os gastos para estudar fora do país variam de acordo com o lugar escolhido, a moeda local e, claro, a universidade escolhida. Estes custos, no entanto, podem ser minorados com bolsas de estudos oferecidas pelas próprias instituições. Nos Estados Unidos e no Canadá, a média anual é algo em torno de R$ 60 mil, sem bolsas de estudo, mas não é difícil conseguir uma bolsa, o que pode levar a anuidade a uma média de R$ 18 mil. No caso dos EUA, o preço inclui acomodação e alimentação no campus. Na Inglaterra, a anuidade varia entre R$ 10 e 30 mil, e o preço não inclui acomodação. Em outros países como Alemanha e França, o estudo é subsidiado pelo governo, o que pode diminuir consideravelmente os custos, principalmente, para aqueles que possuem cidadania europeia.
Quem pode ajudar: Alguns países possuem órgãos centralizadores que facilitam o intercâmbio de estudantes estrangeiros. Este é o caso dos
Estados Unidos, Reino Unido, França, Canadá. Além disso, as agências de intercâmbio CI e STB possuem programas de auxílio para os candidatos, e também é possível fazer o contato diretamente através do site da instituição escolhida.

Muitas pessoas possuem o desejo de fazer um Intercâmbio, mas as maioria dos candidatos acabam desistindo antes de dar o primeiro passo. “É mais fácil do que as pessoas imaginam”, garante Fabiana Fernades, gerente de au pair e universidades da Central do Intercâmbio.


Texto: Thais Anes
Créditos: IG

10 comentários:

  1. Olá, meninas!
    Passei para conhecer vosso blog, achei o conteúdo muito interessante, palavra de professaora! Rs.

    Beijos

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  2. Oi meninas!
    Obg pelo carinho no MF!!
    Achei o blog de vcs bem interessante, com conteúdos bem diversificados!!
    Seguindo!!

    Beijos

    http://magicafeminina.blogspot.com/

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  3. Oii amr, só estou passando aqui para desejar um feliz dia do amigo !

    Beeijão,

    Taíssa
    http://garotaspuroluxo.blogspot.com
    htt://garotaspuroluxo-store.blogspot.com

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  4. Floor.
    Tudo bem??

    'xerinho' flor e fica com Deus!!
    ~

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  5. AMEI mesmo o post
    sempre tive varias duvidas sobre esse assunto
    Feliz dia do amigo
    Bjoos

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  6. adorei :)
    estou seguindo voces de volta ...
    bjos.

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  7. Já estou seguindo, depois dou uma olhada melhor no blog, vou comentar mais vezes aqui.


    obg beijos :)

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  8. Belo post! Eu jà fui como Au pair para a França e foi uma experiência única!

    Retribuindo a visita e seguindo...


    http://alma-feminina.blogspot.com/

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  9. Meninas, tem um selinho para você là no http://alma-feminina.blogspot.com/
    Bj

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